Segurança: 65% das empresas vão aumentar sua proteção antifraude

Na medida em que os softwares de e-commerce facilitam a vida dos empreendedores, os criminosos digitais se aproveitam e tentam obter mais agilidade para a velha e conhecida prática de fraude. São vários tipos de golpes que causam grandes prejuízos a todos, menos aos fraudadores.

Entre os crimes mais comuns, estão os roubos de dados. Os criminosos roubam dados de pessoas desconhecidas e vão às compras. Entre as informações roubadas, algumas estão corretas e outras não. Não importa, o que vale é aprovar as transações para obter produtos e serviços da forma mais rápida possível.

Todos perdem com isso, menos os criminosos. A vítima que teve os seus dados usados na transação vai receber uma cobrança e ter trabalho e dor de cabeça para cancelá-la. Pode inclusive, ser menos bem avaliada e ter score reduzido nas agências de avaliação de risco e fraude. 

Empresa descuidada fica com o prejuízo financeiro

Quando o empreendedor deixa para depois a questão de segurança de dados, está cometendo um grande erro, talvez até mesmo fatal. Os golpistas se aproveitam da situação, fazem as transações deles e tentam receber o produto.

Se a inteligência de segurança de dados for mediana ou inexistente, as transações são sempre aprovadas, os pedidos são despachados para os endereços informados e os fraudadores ficam com eles.

Porém, assim que a vítima que teve suas informações usurpadas entra com a reclamação, o estabelecimento passa a ter a obrigação de comprovar que ela realmente fez a compra. De imediato, tem que estornar o valor recebido e, mais tarde, não vai recebê-lo de volta porque não comprova a retidão da transação.

Assim, a empresa fica no prejuízo, que pode ser pequeno, médio ou grande. Porém, sabemos que muitas delas somadas resultam em um prejuízo incalculável.

Somente aí é que a empresa percebe a necessidade de ter um bom sistema de proteção de dados para se antecipar à transação fraudulenta, cancelá-la, evitar o despacho do produto e o prejuízo que viria com a transação. 

Maioria das empresas se prepara para aumentar a segurança

Com a maior parte dos sistemas de e-commerce vulneráveis, empresas do mundo todo já se preparam para a proteger melhor os dados que possuem. Pesquisa Global Insights Serasa Experian 2021 mostra que 76% das empresas estão melhorando ou reconstruindo seus modelos analíticos.

As companhias também se preocupam com a adoção da IA – Inteligência Artificial. Neste ano de 2021 foram 74% delas. Também 73% delas adotam o machine learning, o processo pelo qual as máquinas conseguem um reconhecimento de padrões e passam a aprender ou fazer previsão de dados e respostas. Ambos os índices acima também cresceram em relação ao ano anterior.

E mais: mais empresas vão investir para evitar prejuízos. 65% delas planejam aumentar seu orçamento de detecção de fraude, um número 8% maior do que no ano anterior. 60% delas pretendem aumentar seu orçamento em análise de risco de crédito, um aumento de 5% sobre o ano anterior.

Esses números mostram que as empresas sólidas definitivamente estão enxergando a necessidade de dar segurança a processos e rotinas internas para evitar fraudes e prejuízos, que podem ser devastadores. 

Inteligência de dados, sistema conferências e workflows potencializam o sistema de segurança

Alguns dos sistemas mais avançados do mercado concentram suas estratégias em rotinas, workflows e conferências. Isso porque são integrados a grandes plataformas de DataBase, que permitem acoplar ferramentas inteligentes e rápidas.

A PH3A Tecnologia se destaca nessa área de segurança de dados com duas grandes ferramentas de cybersecurity, que têm alto nível de inteligência de dados.

O primeiro deles é o DataMind, sistema completo de segurança contra fraudes e inadimplência. Ele trabalha com workflows e conferências em tempo real no Big Data da empresa, para validar ou cancelar novos cadastros e transações eletrônicas diversas.

Além dele, tem o DataQuiz que promove um ótimo complemento ou reforço com perguntas e conferências permanentes, de forma a se antecipar e flagrar os criminosos. Em algum momento, ele vai dar algum indício de que está desenvolvendo uma ação fraudulenta, seja dando uma resposta errada, seja demorando a responder ou mesmo abandonando a operação.

Ambos os módulos se complementam e reduzem em grande escala a possibilidade de fraude ou mesmo inadimplência de novos clientes. Isso porque os sistemas ainda cruzam informações e criam um score de crédito que potencializa o quadro de segurança digital para as transações eletrônicas.

Grandes empresas do mercado já utilizam ambos os produtos nessa guerra permanente contra os cybercriminosos.

Adriano Cortês

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