Prejuízos por crimes digitais vão chegar aos US$ 10 trilhões até 2025

Os crimes cibernéticos dão prejuízos que vão além da nossa imaginação. Estimativas feitas em 2020 pela consultoria americana Cybersecurity Ventures calcularam um valor de US$ 6 trilhões para 2021, que, com crescimento de 15% ao ano, deverá atingir a incrível marca de US$ 10,5 trilhões no ano de 2025.

As previsões feitas para 2021 foram estimadas da seguinte forma:

- Danos de US$ 6 trilhões no ano

- US$ 500 bilhões por mês

- US$ 115,4 bilhões por semana

- US$ 16,4 bilhões por dia

- US$ 684,9 milhões por hora

- US$ 11,4 milhões por minuto

- US$ 190.000 por segundo

Se esse volume financeiro imenso fosse medido como o PIB de um país, seria a terceira maior economia do mundo, atrás somente de Estados Unidos e China. Definitivamente, os criminosos cibernéticos não descansam nunca e causam prejuízos muito grandes a pessoas e principalmente empresas.

Crimes mais comuns

Phishing

É a famosa “pesca de dados”. Os criminosos captam informações de pessoas e empresas com vazamento de dados ou clonagem de sites de empresas renomadas no mercado de e-commerce. Os clientes fornecem seus dados sem perceber a URL diferente da empresa que acreditam estar captando seus dados.

Assim, os hackers preparam as ofensivas de compras e mais compras. Disparam os pedidos, recebem os produtos e disfarçam os rastros até que os cartões sejam bloqueados. Quando isso acontece, os estragos já são grandes.

Grandes vazamentos de dados

Os hackers violam sistemas de empresas descuidadas, captam um grande volume de informações e organizam as ações criminosas. Os dados captados podem gerar um pequeno volume, ou até mesmo uma razoável base de informações roubadas.

Com uma verdadeira lista de informações que contém números de cartão de crédito, fica bem mais fácil multiplicar as ações de abertura de contas bancárias, pedidos de empréstimos, compra na Internet, etc.

Roubo ou furto de dados de pessoas descuidadas

Esse é o famoso golpe em que o criminoso engana as pessoas para obter dinheiro de amigos e parentes delas ou para fazer compras pela Internet. Os dados da pessoa também podem ser obtidos com roubo ou furto comum, ou com o “motoboy” que diz ser do banco na porta de casa para pegar o cartão. Pode ser também por telefone, onde o criminoso pega informações das pessoas mais descuidadas ou de boa fé.

 

Convém frisar que são os estabelecimentos comerciais que acabam ficando com o prejuízo, na medida em que o suposto cliente acaba reclamando de débito que ele próprio não gerou. Portanto, se o sistema antifraude do e-commerce não detectou a fraude no momento em que ela ocorria, foi ele quem falhou, e não a vítima que teve os dados roubados.

Assim, o estabelecimento comercial acabou mandando o produto e ficando sem receber o valor correspondente a ele.

Como funciona a proteção antifraude

O setor de tecnologia entra em ação para se antecipar às ações dos fraudadores. As ferramentas mais sólidas trabalham integradas a grandes plataformas de DataBase para fazerem na hora dos cadastros as conferências que detectam e cancelam as situações de fraude e inadimplência.

A PH3A Tecnologia desenvolveu dois módulos de alta performance em segurança de dados, ambos integrados a um Big Data formado ao longo de 25 anos. São milhões de registros, com grande parte deles atualizados 24 horas por dia, 7 dias por semana.

O primeiro módulo é o DataMind, sistema inteligente que analisa crédito, bloqueia cenários de inadimplência, calcula o score de consumo, trabalha com detecção e cancelamento de ocorrências fraudulentas, além de criar mecanismos de validação inteligente de regras.

A PH3A também desenvolveu um segundo e ótimo módulo de reforço, com conferências-surpresa aos que fazem o cadastro. É o DataQuiz, que inclui perguntas que somente os clientes reais podem responder de forma rápida e acertada. O módulo de reforço sempre detecta situações estranhas e marca os alertas para análises mais rigorosas.

Com ambos os módulos de segurança que se complementam, a probabilidade de ocorrência de fraudes, golpes, inadimplência ou qualquer prejuízo que a empresa possa ter, fica muito reduzida. Em muitos casos, essa ocorrência fica no zero ou próxima a zero.

Adriano Cortês

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