As fraudes mais comuns causadas às empresas

Embora as empresas tenham cada vez mais acesso às informações importantes para proteção de dados, os bandidos estão sempre um passo à frente. Cada novidade em matéria de segurança vem sucedida de alguma nova manobra, cada vez mais criativa.

As pessoas mal intencionadas se aproveitam de situações de vulnerabilidade dos sistemas de acesso das empresas ou da desatenção que fica por parte das empresa e das pessoas físicas, que fornecem dados a desconhecidos ou clicam em links mandados por mensagem de desconhecidos e nem sabem que têm o nome envolvido em golpes.

As empresas acabam sendo prejudicadas porque quase sempre têm culpa por não terem investido em segurança. E pagam caro por isso.

Para não cair em situações de prejuízo, é preciso conhecer cada um dos tipos de fraude, observar o modus operandi usado pelos bandidos e inserir proteções digitais eficazes.

Quem sai prejudicado

De um modo geral, todos são prejudicados por quadros de golpes digitais, e não somente as empresas. A não perfeição de qualquer trâmite eletrônico prejudica a todos, a saber:

- As empresas – Porque perdem clientes e negócios, além de arcar muitas vezes com o prejuízo financeiro, uma vez que deixou brechas abertas para invasão criminosa de terceiros.

- Clientes – Porque não tiveram cumprida sua expectativa de determinado produto ou serviço desejado. Além disso, o cliente pode perder momentos ou prazos (por exemplo, em  caso de data comemorativa).

- Banco ou Possível intermediário – Que não tem a transação confirmada e, portanto, não têm a sua participação.

- Fornecedores – Porque têm menos vendas de seus produtos.

- Governo/Receita – Porque não tem transação efetuada e devido tributo.

Golpes, em geral, são previsíveis. Mas continuam a todo vapor.

As pessoas e empresas mais desprotegidas podem sofrer vários tipos de fraude. Os mais comuns acontecem na medida em que algum criminoso consegue dados de alguma pessoa física (em geral de boa fé) e simulam pedidos diversos pela Internet.

Diante das pessoas comuns, as fraudes chegam por diversos meios. Por e-mails ou SMS, simulam uma empresa que pede algum tipo de atualização e mandam um link malicioso. O link enviado por remetente desconhecido tem várias possibilidades de ciladas, instalação de programa nocivo, roubo de dados, cópia de dados bancários, etc.

Para os idosos, as simulações são via telefone e envolvem uma simulação situações de emergência, seja fingindo ser banco/empresa ou até mesmo crimes comuns contra supostos parentes.

Para as empresas, os fraudadores se passam por clientes comuns. Preenchem formulários e dão informações parcial ou totalmente verdadeiras de um terceiro, que também será uma vítima (quase sempre). Obtém produtos, serviços ou dinheiro recebido em conta bancária. E continuam as rotinas normalmente. 

Até a empresa e a pessoa descobrirem que a transação foi um golpe, os estelionatários já receberam seus benefícios e ficaram inacessíveis.

Quais são as ocorrências mais frequentes nas empresas?

Segundo levantamento recente da Price Whaterhouse Coopers, que tiveram a participação de 5 mil executivos em 99 países, as fraudes e os crimes econômicos atingiram 46% das empresas brasileiras no biênio 2018-2019.

Em geral, o destaque maior vai para casos importantes:

     - Suborno e corrupção - 41%

     - Fraude cometida pelo consumidor - 35%

     - Crimes cibernéticos - 23%

Em geral, houve um resultado ligeiramente menor que o apresentado na edição anterior da pesquisa. Mas os dados mostram números elevados e as fraudes sempre estão sendo praticadas de forma frequente e variada. No Brasil e no mundo, esta é uma prática da cultura humana.

Principais procedimentos protetivos para as empresas

Nenhuma empresa está 100% segura, mas qualquer uma pode se aproximar disso tendo procedimentos preventivos e protetivos para suas rotinas. Dentre as práticas mais eficazes, destacam-se a compliance e a tecnologia protetora de dados.

Compliance

O compliance é a prática correta e formal das atividades da empresa. É o conjunto de diretrizes internas e externas para práticas dos profissionais envolvidos de forma rápida ou permanente. Está relacionada com práticas de políticas internas e legislação vigente.

Assim, uma cultura de compliance implantada na empresa elimina improvisos e procedimentos que deixam pendências ou parcialmente corretos. Sempre haverá uma mentalidade de retidão completa de procedimentos.

Se todos os processos são controlados, previstos e executados dentro de um ambiente preenchido pela prática do compliance, todos as chances de erros, golpes e fraudes são diminuídos ou zerados. 

Tecnologia inteligente protege os dados e sistemas

Os sistemas Big Data que acompanham módulos inteligentes integrados são proteções indispensáveis para as empresas. Qualquer falta de sistema dessa natureza é improviso.

As plataformas de proteção de dados, captação e confirmação de informações operam com muitas conferências o tempo todo. As melhores acusam dados estranhos, situações que sugerem alerta, incoerências e até mesmo informações falsas. As empresas precisam tomar todo cuidado o tempo todo.

Entre as opções mais avançadas do mercado está o DataQuiz, um sistema da PH3A Tecnologia. Ele tem toda a estrutura própria de um sistema inteligente e ainda uma ferramenta importante que fica um passo à frente do fraudador.

O DataQuiz programa antecipadamente com o cliente um questionário que fica como uma “carta na manga” para ser usada aos poucos na medida em que o cliente (ou golpista) está tentando desenvolver algum cadastro ou adquirir um produto ou mesmo dinheiro.

As várias formas e critérios das perguntas consistem na inteligência adicional que flagra situações estranhas ou as próprias ações de fraudes.

As ações fraudulentas infelizmente estarão sempre ao redor das empresas, é uma questão cultural dos bandidos. As companhias que deixam brechas alimentam esse mercado criminoso.

Quanto às empresas que desejam se blindar com uma camada eficaz de proteção, necessariamente passam pela rotina de compliance e tecnologia de sistemas protetores avançados de dados.

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